Uma empresa brasileira que quer clientes fora do país precisa ser encontrada no idioma deles. Isso é SEO internacional — e o erro mais comum é achar que basta traduzir.
1. Uma URL por idioma
Cada idioma precisa de endereço próprio: /servicos/branding/ em português e /en/services/branding/ em inglês. Trocar idioma por botão sem mudar a URL faz o Google indexar só um — e os dois idiomas competem pela mesma página.
Subpasta (/en/) é o caminho mais simples para a maioria. Subdomínio (en.site.com) e domínio por país (.com / .com.br) fazem sentido para operações maiores.
2. hreflang
A tag que diz ao Google "esta página em português tem esta versão em inglês". Vai no <head> de cada página e no sitemap, com um x-default apontando para o idioma principal. Sem ela, o Google pode mostrar a versão errada para o país errado.
3. Pesquisa de palavras-chave em cada idioma
O que o brasileiro busca como "agência de branding", o americano busca como "branding agency" — mas também "brand identity design", que não tem equivalente direto. Cada idioma tem o próprio mapa de termos, volume e intenção. Traduzir a lista de palavras-chave não funciona.
4. Conteúdo adaptado, não traduzido
Exemplos, moedas, unidades, referências culturais. Um artigo que cita o Mercado Livre precisa citar a Amazon na versão em inglês. O texto precisa ler como se tivesse sido escrito no idioma — porque o leitor e o Google percebem tradução literal.
5. Sinais de localização
Título e meta description no idioma da página, dados estruturados com inLanguage, links internos entre versões do mesmo idioma, e — para empresas que atendem um país específico — endereço, telefone e moeda locais.
O que a Amplifik faz
Este site é o exemplo: cada página existe em português e inglês, com URL própria, hreflang, e textos escritos para cada público — não traduzidos. É o mesmo que fazemos para clientes que querem entrar ou sair do Brasil.
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