Conteúdo que vende não é conteúdo que fala de você. É conteúdo que responde a pergunta que o cliente já está fazendo — no Google, no Instagram, para o vendedor — e, ao responder, mostra que você é quem entende do assunto.
1. Comece pela pergunta, não pelo tema
"Branding" é tema. "Quanto custa criar uma marca?" é pergunta. Liste as perguntas reais: as que chegam no WhatsApp, as que o Google sugere, as que o vendedor ouve toda semana.
2. Uma pergunta, uma peça
Cada artigo, página ou carrossel responde uma pergunta até o fim. Misturar três perguntas em um texto faz o Google não saber para o que rankear e o leitor não saber o que levou.
3. Estrutura que o leitor escaneia
- Título com a pergunta ou a resposta.
- Primeiro parágrafo com a resposta direta (quem tem pressa para aqui).
- Subtítulos (H2) que contam a história sozinhos.
- Listas para passos, tabelas para comparação.
- Um exemplo real por seção.
4. Escreva como fala, corte como editor
Frases curtas. Verbos no presente. Sem "soluções inovadoras e personalizadas". Depois de escrever, corte 20% — quase sempre sobra.
5. Termine com o próximo passo
Todo conteúdo aponta para algo: outro artigo, uma página de serviço, o WhatsApp. Sem isso, o leitor aprende e vai embora.
6. Para o Google
A palavra-chave no título, no primeiro parágrafo e em um H2 — de forma natural. Links internos para páginas relacionadas. Meta description que promete a resposta. E o principal: a resposta precisa ser melhor que a dos dez primeiros resultados. O Google percebe.
Precisa disso na sua empresa?
Conte o que você precisa. Em até um dia útil você recebe um caminho — e, se fizer sentido, uma proposta.
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