A pergunta certa não é "qual é melhor", é onde o seu cliente está quando decide comprar.
Google Ads: intenção
Quem digita "fábrica de caixas de papelão sob medida" já quer comprar. O Google Ads entrega o seu anúncio nesse momento. Custo por clique mais alto, conversão mais alta, volume limitado pela quantidade de buscas.
Comece pelo Google quando: o produto ou serviço já é procurado, a venda é urgente (conserto, emergência, B2B com demanda existente), ou o ticket é alto e vale pagar pelo clique qualificado.
Meta Ads: descoberta
Quem está rolando o Instagram não está procurando nada. O Meta Ads interrompe com um criativo bom e cria o desejo — ou lembra de uma necessidade. Custo por clique mais baixo, conversão mais lenta, volume quase ilimitado.
Comece pelo Meta quando: o produto é novo ou visual (moda, alimento, decoração, estética), a compra é por impulso ou o público precisa ser educado antes de procurar.
A tabela rápida
| Google Ads | Meta Ads | |
|---|---|---|
| Momento | Já procurando | Descobrindo |
| Custo por clique | Mais alto | Mais baixo |
| Conversão | Mais rápida | Mais lenta |
| Criativo | Texto + página | Vídeo/imagem |
| Escala | Limitada pela busca | Quase ilimitada |
O funil com os dois
- Meta cria demanda com vídeo e leva para o site.
- Google pega quem procurou o seu nome ou a categoria depois.
- Remarketing nos dois: quem visitou e não converteu vê de novo — é o clique mais barato que existe.
Com verba pequena, escolha um e faça direito. Com verba média, os dois com remarketing cruzado. E, em qualquer caso, SEO ao lado: é o que faz a conta de mídia ficar mais barata ano a ano.
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Conte o que você precisa. Em até um dia útil você recebe um caminho — e, se fizer sentido, uma proposta.
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