Tipografia é a voz visual da marca. A mesma frase em uma geométrica (como a Glacial Indifference que usamos aqui) ou em uma serifada editorial diz coisas diferentes antes de ser lida.
Quantas fontes
Duas. Uma de título, com personalidade, e uma de texto, feita para leitura longa. Uma terceira só se houver uso específico (código, números em tabela). Mais que isso é ruído.
Como combinar
- Contraste de estilo: geométrica + humanista, serifada + sans. Duas parecidas brigam.
- Mesma "temperatura": não misture uma fonte brincalhona com uma corporativa.
- Teste no pior caso: parágrafo de 400 palavras no celular. Se cansa, troca.
Licença
Fonte tem dono. Google Fonts e fontes com licença OFL podem ir para o site e para o impresso sem custo. Fontes comerciais precisam de licença por uso (desktop, web, app) — e o brand book precisa dizer qual.
Substitutas
Nem todo fornecedor terá a fonte. Defina uma substituta de sistema (Arial, Segoe, Helvetica) para e-mail, Word e PowerPoint, e escreva isso no brand book.
Hierarquia
Defina tamanhos e pesos para: título de página, título de seção, subtítulo, texto, legenda, eyebrow (o rótulo pequeno em caixa alta). Com isso, qualquer peça nova já nasce com a cara da marca — e o design vira consequência, não invenção.
Precisa disso na sua empresa?
Conte o que você precisa. Em até um dia útil você recebe um caminho — e, se fizer sentido, uma proposta.
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